Polícia queniana lança gás lacrimogêneo em crianças protestando contra fim de playground
   Jim  Ferrari  │     27 de janeiro de 2015   │     8:37  │  0

A polícia queniana foi criticada após reprimir um protesto infantil contra a remoção de um playground nas proximidades de uma escola na capital Nairóbi, em 19 de janeiro. Os policiais atiraram bombas de gás lacrimogêneo nas crianças, professores e ativistas. Muitas das crianças tinham menos de seis anos de idade, segundo a Associated Press.

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De acordo com Boniface Mwangi, um dos ativistas, o parquinho será removido por conta do pedido de um político influente no país – no local, será construído um estacionamento. Os alunos da escola Langata Road estavam à frente do grupo de manifestantes que derrubou o muro erguido para cercar o playground. Os alunos da escola tem entre seis e 14 anos de idade.

Segundo o ativista queniano, o governador, o senador local e outras autoridades não querem enfrentar o político interessado na derrubada do parque infantil. As imagens das crianças chorando por causa do gás lacrimogêneo repercutiram no país e Elijah Mwangi, o policial que chefiava a operação, foi afastado do trabalho.

A hashtag #OccupyPlayGround foi utilizada nas redes sociais para espalhar informações sobre o caso. Em seu Twitter, Kalonzo Musyoka, ex-vice-presidente do Quênia, disse que as crianças merecem laptops e não bombas de gás lacrimogêneo. Para Musyoka, alguém precisa ser responsabilizado. O que você acha da atitude da polícia?

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