Mulher ‘alérgica’ a sinal de wi-fi ganha na justiça direito a R$ 3.000 por mês
   Jim  Ferrari  │     31 de agosto de 2015   │     9:47  │  0

Pontos de wi-fi estão se tornando cada vez mais comuns nas cidades. E o que pode ser uma maravilhosa notícia para a grande maioria das pessoas, pode ser motivo de insegurança para quem sofre de hipersensibilidade eletromagnética (EHS, na sigla em inglês).

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Pessoas com EHS podem sentir dores de cabeça, fadiga, náuseas e palpitação se ficarem expostas a campos eletromagnéticos, como os do sinal de wi-fi. Celulares, micro-ondas, televisões e radiotransmissores também os emitem.

Por causa desta condição, a francesa Marine Richard, 39 anos, ganhou na corte de Tousouse, na França, o direito de receber cerca de R$ 3.000 por mês. Ela foi obrigada a viver em um chalé em uma região remota nas montanhas no sudoeste da França, onde não há eletricidade.

Nos EUA, uma escola foi processada após um aluno de 12 anos, com EHS, começar a passar mal depois de uma rede de internet wi-fi ter sido instalada.

 

 

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